Revista Poder

BC reforça agenda positiva com lançamento do Drex, seu “real digital”

Crédito: Divulgação/BCB

O BC colecionou um segundo gol de imagem após a reunião do Copom que baixou a Selic na quinta (3). A estratégia de divulgação do Drex, nome da moeda digital brasileira, com valor atrelado ao real físico, mostrou-se um sucesso nesta segunda (7), com todos os principais veículos de mídia dando bom destaque à notícia. Não faltou o tradicional privilégio dado a um grupo jornalístico, que teve primazia no “furo” do nome da moeda.

O que, a bem da verdade, importa nada. O que importa é saber que o produto talvez possa vir a diminuir a desbancarização do brasileiro, sem, necessariamente fazer com que a tigrada tenha de pagar taxa ou mensalidade para algum banco, seja esse banco fintech ou não. O recurso digital, que é uma moeda atrelada ao Branco Central e com o mesmo valor de uma cédula de real — portanto de valor invariável –, deve estar disponível no fim de 2024.

Para o Banco Central, o Drex “propiciará ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios, e acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”. A ideia é eliminar possíveis intermediários em negociações mais vultosas, como de automóveis, por exemplo.

Rastreável como as criptomoedas, o real digital se diferencia delas por estar atrelado à autoridade monetária nacional e não oscilar de acordo com os movimentos de compra e venda e  de especulação.

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