Revista Poder

Em outro capítulo da crise no Sul, Onyx nega aperto de mão a Leite

Onyx Lorenzoni e Eduardo Leite || Crédito: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados/Rodger Timm/Palácio Piratini

Talvez por ser (ainda) seu companheiro do PSDB, o governador paulista, Rodrigo Garcia, não titubeou em se solidarizar com o ex-governador e candidato a novo termo no Piratini, Eduardo Leite, por evento ocorrido nesta sexta (14).

Leite ficou com a mão no “vácuo”, como a galera diz quando alguém recusa um aperto de mão. Quem recusou, no caso, foi o adversário Onyx Lorenzoni (PL), com quem Leite se encontrou para um debate nesta manhã na rádio Gaúcha, em Porto Alegre.

Trata-se do segundo episódio de homofobia numa única semana, já que o ex-ministro da Casa Civil e depois da Cidadania de Jair Bolsonaro já havia dito, em sua propaganda política, que o Rio Grande do Sul iria ter, com sua vitória, uma “primeira-dama de verdade.”

No debate, Leite foi cirúrgico: “Eu não esperava que o senhor admitisse um crime de homofobia, embora já tenha admitido crime de caixa 2”.

E voltando a Garcia, ele manifestou “apoio e solidariedade” a Leite, a quem chamou de “amigo” e “grande gestor e representante da nova geração política”.

“Não tem espaço em nossa sociedade a intolerância e preconceito”, completou.

 

 

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