Revista Poder

Yair Lapid

Yair Lapid || Crédito: Brookings Institution/Ralph Alswang

O 27 de janeiro tornou-se um dia para não se esquecer. Desde 2005, a data é lembrada como o dia em que as forças soviéticas mobilizadas no final da Segunda Guerra libertaram os judeus cativos do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, o mais notoriamente indigno dos campos mantidos pelos alemães.

A data foi lembrada por diversos líderes pelo mundo. Boris Johnson, o premiê britânico que vive seu pior momento desde que assumiu o poder por conta de festas celebradas na residência oficial enquanto Londres vivia lockdowns rigorosos, lembrou que o “preconceito não está circunscrito à história, resiste como um problema muito real na sociedade”.

No Reichstag, o parlamento alemão, o presidente do parlamento unicameral israelense, Mickey Levy, não conteve as lágrimas ao recitar uma oração fúnebre. Mas talvez a vivência mais emocional nesta quinta-feira foi a do ministro das Relações Exteriores de Israel, Yair Lapid, que visitou o campo de Mauthausen, local em que seu avô Bela Lampel foi assassinado em 1945.

“Vovô Bela, um homem discreto cujo apelido familiar era “O Sábio” pediu que eu dissesse que os judeus não esmorecem”, disse, conforme registrou a agência AP – na tradução livre deste sítio.

Sair da versão mobile