Revista Poder

Uso de atestados médicos por servidor público incomoda Guedes

Paulo Guedes || Crédito: Alan Santos/PR

Daqui a algumas semanas irá fazer três anos desde que o então candidato a presidente Jair Bolsonaro falou pela primeira vez sobre reforma administrativa.

Previsivelmente, até hoje não se definiu um formato minimamente satisfatório para promover o suposto corte de privilégios dos servidores públicos, algo prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Paulinho costuma dizer que vem travando guerra com o funcionalismo público, tratado como ineficiente, moroso e extremamente caro.

Travar uma guerra com o setor é, entre outras coisas, chamar os funcionários públicos de “parasitas”, algo que ele já perpetrou, e não conseguir produzir uma coleção de medidas dignas de serem levadas ao Congresso.

Sobre o nome “funcionalismo público”, para Guedes, vale tudo – de professores à magistratura, com seus privilégios encastelados há décadas.

Recentemente Guedes assuntou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, sobre atestados médicos. Queria comparar a taxa de utilização desse expediente no setor público com o “scout” da área privada.

 

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