Revista Poder

Bloomberg chama Bruno Covas de inspirador, e Bolsonaro, com retardo, se solidariza

Michael Bloomberg e Bruno Covas || Créditos: Palácio do Planalto/Divulgação

Assim como aconteceu com o ator Paulo Gustavo, a morte do ex-prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), conseguiu fazer com que o presidente Jair Bolsonaro fosse ao Twitter para, de alguma forma, solidarizar-se com a família e com o círculo de Covas.

Um presidente se solidarizar com a morte do administrador da maior cidade do país que dirige não deveria ser algo digno de nota, mas as coisas andam um pouco mudadas no Brasil. A postagem de Bolsonaro parece, contudo, ter saído a fórceps: só foi acontecer cerca de 9 horas depois do anúncio da morte do prefeito, bastante tempo depois do tributo feito a Covas por seu filho, o senador Flávio 01 Bolsonaro.

A morte precoce do prefeito paulistano teve impacto fora do Brasil. O ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, escreveu um fio no Twitter definindo Covas como “corajoso, criativo, colaborativo, inspirador e de grandes ideias” e mencionado a participação do brasileiro no “Mayors Challenge”, concurso de planos de grandes cidades mundiais organizado pela fundação Bloomberg Philanthropies.

São Paulo já foi premiada na competição, e curiosamente pelo grupo rival do PSDB em São Paulo.A gestão Fernando Haddad (PT) venceu as de Bogotá, Guadalajara e Santiago na edição de 2016 com a implementação de projeto que estimulava a agricultura feita por pequenos produtores na área rural do município.

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