Revista Poder

Com transferência de ações para Brasília, Lula pode ter de enfrentar Vallisney

Vallisney de Souza Oliveira || Crédito: Reprodução/TRF1

Ainda que o julgamento no pleno do STF desta quinta-feira (22) não tenha terminado, a decisão da Segunda Turma que considerou Sergio Moro parcial na condenação do ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá já está assentada por larga maioria.

Quanto ao novo “juiz natural” do caso, definiu-se que Brasília é o lugar em que se deve recomeçar o trabalho que foi feito lá atrás, em Curitiba.

Além do caso do Guarujá, são transferidos para Brasília os casos envolvendo o sítio de Atibaia e dois processos envolvendo o Instituto Lula.

Na Capital Federal, o juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, notabilizou-se por trabalhar no julgamento de casos ligados à Lava Jato. Quando Moro tinha algum prestígio, ele era inclusive chamado de “Moro de Brasília”.

Avesso às entrevistas, Vallisney defende que juiz só deve falar pelos autos dos processos.

Mesmo assim, ele já vem sendo procurado por jornalistas. Até onde os exegetas conseguiram interpretar, ele irá negar que se guiará pelos aspectos políticos do caso.

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