Revista Poder

Davi Alcolumbre

O inferno astral do presidente do Senado, que começou com o endosso do STF à proibição de reeleição dos chefes do Congresso, chega ao ápice com a derrota do irmão Josiel à prefeitura de Macapá

Davi Alcolumbre || Crédito: Marcos Oliveira/Agência Senado

O período de inferno astral do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que começou com o julgamento do STF que endossou a proibição constitucional de reeleição dos presidentes do Congresso numa mesma legislatura, chegou ao ápice ontem.

Seu irmão, Josiel Alcolumbre, perdeu neste domingo (20) a eleição em segundo turno em Macapá, capital do Amapá. As eleições haviam sido adiadas no estado por conta do apagão que atazanou os amapaenses.

Josiel havia vencido o primeiro turno com margem segura para seu oponente, Dr. Furlan (Cidadania), e havia visto envolvimento pesado de seu irmão na campanha.

No finzinho da campanha, Jair Bolsonaro, ratificando sua fama de pé-frio destas eleições de 2020, também pediu votos para Josiel.

Pois é.

Comentaristas políticos dão como fava contada um convite feito por Bolsonaro a Davi para integrar seu ministério.

Se isso acontecer, o atual presidente do Senado se licencia e sua vaga passa automaticamente para o suplente.

Que, surpresa, surpresa, é Josiel.

 

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